O trabalho com pequenos grupos tem sido resgatado e desenvolvido de várias formas pela igreja. É bom saber que os cristãos do primeiro século já desenvolviam esta estratégia dentro da esfera familiar, visando a comunhão (Atos 2.46; 8.3;.12.12; 13.34). Como ele é identificado depende do tipo da visão ministerial. Podendo ser chamado de grupo caseiro, célula, ou simplesmente, pequeno grupo.
Seja um programa a mais entre as estratégias utilizadas, ou considerado como cerne para o funcionamento da igreja. Nisto difere o significado de ser uma igreja com ou de pequenos grupos.
Um grupo pequeno é uma reunião intencional com número resumido de pessoas, em um local determinado, com propósito comum de crescer na vida abundante em Cristo.
Deus criou a família para que o ser humano pudesse viver em comunidade, e a forma de se revelar através da TRINDADE (“Façamos o homem a nossa imagem, conforme a nossa semelhança”. Gen. 1.26), e do nascimento de Jesus, nascido como qualquer criança e vivendo em comunidade, mostra a idéia comunitária de Deus. Jesus se identificou com as pessoas, demonstrando fome de relacionamento. Não se impressionava pelo calor da multidão, mas na companhia dos dozes escolhidos e chamados discípulos. Entre os doze desenvolvia um relacionamento com três discípulos mais íntimos.
A idéia da comunidade de Deus não poderia deixar de ser revelada também na formação da própria igreja. Sendo assim, os registros bíblicos mostram que a verdadeira comunidade oferece as seguintes bênçãos:
1. Recebemos força para as tempestades da vida;
2. Recebemos sabedoria para tomar decisões importantes;
3. Experimentamos a prestação de contas uns para com os outros, que é vital para o crescimento espiritual;
4. Encontramos aceitação, que é fundamental para a cura das nossas feridas.
Para conseguir estes alvos, precisamos ter em mente o que podemos visualizar no seguinte acróstico: OLEC.
• Oração – Tiago 5.13-18; Felipenses 4.4-8;
• Levar as cargas uns dos outros – Gálatas 6.2
• Encorajamento – 1 Tessalonicenses 5.14; Hebreus 10.24
• Confrontação – Gálatas 6.1; Mateus 18.15-20.
Cremos que através desta ferramenta, muitos foram despertados para desenvolver os valores do Reino de Deus e, consequentemente, contribuir para o crescimento espiritual e numérico da igreja.
JOAB VIEIRA
Seja um programa a mais entre as estratégias utilizadas, ou considerado como cerne para o funcionamento da igreja. Nisto difere o significado de ser uma igreja com ou de pequenos grupos.
Um grupo pequeno é uma reunião intencional com número resumido de pessoas, em um local determinado, com propósito comum de crescer na vida abundante em Cristo.
Deus criou a família para que o ser humano pudesse viver em comunidade, e a forma de se revelar através da TRINDADE (“Façamos o homem a nossa imagem, conforme a nossa semelhança”. Gen. 1.26), e do nascimento de Jesus, nascido como qualquer criança e vivendo em comunidade, mostra a idéia comunitária de Deus. Jesus se identificou com as pessoas, demonstrando fome de relacionamento. Não se impressionava pelo calor da multidão, mas na companhia dos dozes escolhidos e chamados discípulos. Entre os doze desenvolvia um relacionamento com três discípulos mais íntimos.
A idéia da comunidade de Deus não poderia deixar de ser revelada também na formação da própria igreja. Sendo assim, os registros bíblicos mostram que a verdadeira comunidade oferece as seguintes bênçãos:
1. Recebemos força para as tempestades da vida;
2. Recebemos sabedoria para tomar decisões importantes;
3. Experimentamos a prestação de contas uns para com os outros, que é vital para o crescimento espiritual;
4. Encontramos aceitação, que é fundamental para a cura das nossas feridas.
Para conseguir estes alvos, precisamos ter em mente o que podemos visualizar no seguinte acróstico: OLEC.
• Oração – Tiago 5.13-18; Felipenses 4.4-8;
• Levar as cargas uns dos outros – Gálatas 6.2
• Encorajamento – 1 Tessalonicenses 5.14; Hebreus 10.24
• Confrontação – Gálatas 6.1; Mateus 18.15-20.
Cremos que através desta ferramenta, muitos foram despertados para desenvolver os valores do Reino de Deus e, consequentemente, contribuir para o crescimento espiritual e numérico da igreja.
JOAB VIEIRA
Pastor, gostaria de preparar minha igreja para o trabalho com pequenos grupos. Já li muito a respeito, mas não me sinto plenamente segura quanto ao material ideal para a minha igreja. O que vc me recomendaria nesse sentido? Que material ou literatura eu poderia consultar para começar da maneira mais acertada? Estou no aguardo.
ResponderExcluirOLá, Marta Fico feliz por interagir conosco a partir do nosso blog. Como implantar a estratégia de pequenos grupos na igreja: Antes de qualquer coisa, é importante que o pastor da igreja inicie e desenvolva todo o processo. Tem que ser ele, caso contrário, as pessoas não apoiarão e a idéia poderá ser "queimada". Primeiro, ele precisa saber como inserir esta estratégia dentro da sua visão ministerial. Segundo, a visão da importância dos peq. grupos deverá ser compartilhada o suficiente para que os irmãos entendam. Terceiro, Iniciar um grupo piloto. Preferencialmente, sendo o próprio pastor na direção. Ou, treinar um grupo de irmãos que já abraçam a visão. Neste caso, o pastor iniciará os grupos pilotos, não mais que três, para que ele possa acompanhar bem os líderes e ajudá-los (equipando) no desenvolvimento dos grupos. Evidentemente, antes de qualquer passo, a oração. Além da leitura sobre este assunto, é importante compartilhar com outros líderes que já desenvolvem com sucesso a estratégia de pequenos grupos. Veja também as sugestões para a organização do processo no texto postado: Um lugar a pertencer
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